{"id":1171,"date":"2019-08-26T10:50:25","date_gmt":"2019-08-26T14:50:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.dnaoutplacement.com\/noticias\/?p=1171"},"modified":"2023-07-27T15:12:05","modified_gmt":"2023-07-27T15:12:05","slug":"pinoquio-corporativo-como-lidar-com-colegas-e-chefes-mentirosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.mydnadigital.com\/blog\/br\/pinoquio-corporativo-como-lidar-com-colegas-e-chefes-mentirosos\/","title":{"rendered":"Pin\u00f3quio corporativo: como lidar com colegas e chefes mentirosos"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"article-subtitle\">Mentir \u00e9 humano, mas tem limite. Entenda at\u00e9 onde isso \u00e9 aceit\u00e1vel nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho e quando pode ter consequ\u00eancias s\u00e9rias.<\/h3>\n<p>Fale a verdade: voc\u00ea j\u00e1 contou alguma&nbsp;<strong>mentira&nbsp;<\/strong>no trabalho? Voc\u00ea pode n\u00e3o se lembrar ou n\u00e3o querer admitir, mas o mais prov\u00e1vel \u00e9 que sim. Quem garante s\u00e3o os especialistas em comportamento, que definem a mentira como uma esp\u00e9cie de estrat\u00e9gia de defesa necess\u00e1ria \u00e0 sobreviv\u00eancia em sociedade.<\/p>\n<p>\u201cOnde houver rela\u00e7\u00f5es humanas haver\u00e1 mentira\u201d, diz Luiz Scocca, psiquiatra da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Psiquiatria. \u201cFalar a verdade o tempo inteiro \u00e9 t\u00e3o raro quanto seria contraproducente para uma boa socializa\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p><span class=\"s1\">H\u00e1 quem diga que a presen\u00e7a da mentira obedece ao princ\u00edpio de Pareto (tamb\u00e9m conhecido como regra dos 80\/20): 20% das pessoas contam 80% das lorotas e os 80% restantes falam os outros 20%. Ou seja, uns inventam mais, outros menos, mas todo mundo mente.<\/span><\/p>\n<p>No contexto do trabalho n\u00e3o poderia ser diferente. Valorizar o curr\u00edculo com experi\u00eancias e habilidades e maquiar pontos fracos e deslizes na carreira s\u00e3o cl\u00e1ssicos. Um levantamento da MyDNA revelou que 75% dos brasileiros mentem no CV.<\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00f5es sobre o sal\u00e1rio no \u00faltimo emprego, dom\u00ednio de ingl\u00eas, tempo de inatividade e qualifica\u00e7\u00f5es de ensino s\u00e3o as principais inverdades. Mesmo prevista pelos recrutadores, a pr\u00e1tica pode custar caro. Em uma pesquisa deste ano de uma consultoria de recoloca\u00e7\u00e3o, 33% dos executivos disseram ter descartado candidatos no processo seletivo ao perceberem que n\u00e3o falavam a verdade.<\/p>\n<p>De estagi\u00e1rios a executivos, o que pode variar \u00e9 o grau de elabora\u00e7\u00e3o, mas todos mentem. Nem autoridades e profissionais altamente qualificados escapam.<\/p>\n<p>H\u00e1 pouco tempo,&nbsp;o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e a&nbsp;professora e pesquisadora Joana D\u2019Arc F\u00e9lix de Sousa&nbsp;viraram not\u00edcia por terem inflado o curr\u00edculo com t\u00edtulos que, na verdade, n\u00e3o t\u00eam \u2014 ele, o diploma de doutorado em direito; e ela, de p\u00f3s-doutorado na \u00e1rea de qu\u00edmica, ambos pela Universidade Harvard, uma das mais prestigiadas do mundo.<\/p>\n<p>Sem explicar muito bem a manobra, depois de flagrados, os dois apenas corrigiram a informa\u00e7\u00e3o na plataforma de curr\u00edculos na internet, mas o filme j\u00e1 estava queimado.<\/p>\n<p>Nenhuma mentira est\u00e1 liberada quando se est\u00e1 buscando uma vaga. \u201cNem o nervosismo ou a press\u00e3o pela necessidade do emprego podem justificar faltar com a verdade.<\/p>\n<p>A rotina profissional \u00e9 repleta de situa\u00e7\u00f5es que colocam o indiv\u00edduo sob tens\u00e3o e, se ele mente na entrevista, entende-se que vai agir do mesmo modo no dia a dia de suas fun\u00e7\u00f5es\u201d, avalia.<\/p>\n<p><span class=\"s1\">Mas nem toda mentira deve ser julgada pelo vi\u00e9s moral. Pense naquela vez que voc\u00ea inventou uma pend\u00eancia para escapar do almo\u00e7o ou caf\u00e9 com o colega chato. Ou quando tranquilizou o chefe dizendo que estava terminando uma tarefa que nem sequer tinha come\u00e7ado.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">Ou quando deixou de dar uma opini\u00e3o sincera sobre a roupa, o corte de cabelo ou uma ideia de algu\u00e9m. S\u00e3o exemplos de mentiras sociais, quase sempre inofensivas e necess\u00e1rias para manter girando a roda dos relacionamentos.<\/span><\/p>\n<h3><b>Por que inventamos?<\/b><\/h3>\n<p><span class=\"s1\">Cada um tem uma motiva\u00e7\u00e3o: uns para obter vantagens, outros para se sentirem valorizados; uns para evitar algum conflito, outros para ser aceitos no grupo. Na maioria das vezes, o que est\u00e1 em jogo \u00e9 a seguran\u00e7a e a autoestima.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">H\u00e1, \u00e9 claro, mentirosos mal-intencionados, que manipulam pessoas e informa\u00e7\u00f5es de olho em objetivos pessoais. A servidora p\u00fablica \u00c2ngela, de 43 anos, chegou a ser exonerada do \u00f3rg\u00e3o em que atuava em um dos minist\u00e9rios do governo federal por causa das inven\u00e7\u00f5es de uma subordinada.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">H\u00e1 quatro anos, quando a m\u00e3e de \u00c2ngela faleceu, ela tirou o per\u00edodo de licen\u00e7a a que tinha direito. Depois de alguns dias afastada, a subordinada levou ao coordenador que a chefe n\u00e3o ia trabalhar h\u00e1 dias e que havia deixado projetos pendentes. Sem checar a situa\u00e7\u00e3o no RH, o gestor acabou n\u00e3o s\u00f3 dispensando \u00c2ngela como promovendo a subordinada ao cargo dela.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">O emprego \u2014 em outra posi\u00e7\u00e3o \u2014 foi recuperado em algumas semanas, mas para isso foi preciso amea\u00e7ar com um processo e reunir outras v\u00edtimas das mentiras da funcion\u00e1ria: um estagi\u00e1rio acusado de furto, outra que levou fama por intriga e at\u00e9 a mo\u00e7a do cafezinho, acusada de falta de higiene quando, na verdade, era a outra, dissimulada, que a boicotava jogando sujeira na bebida.<\/span><\/p>\n<p>Como agir com um colega, subordinado ou l\u00edder mentiroso vai depender da mentira, do autor dela e das consequ\u00eancias para as pessoas e aos interesses da companhia.<\/p>\n<p>O mesmo vale para a puni\u00e7\u00e3o aplicada. No universo das corpora\u00e7\u00f5es, o preju\u00edzo de faltar com a verdade pode render desde uma advert\u00eancia ou suspens\u00e3o tempor\u00e1ria at\u00e9 a dispensa do funcion\u00e1rio.<\/p>\n<p>Pelo Artigo n<span class=\"s2\"><sup>o<\/sup><\/span>&nbsp;482 da CLT, atos de improbidade validam a demiss\u00e3o por justa causa. A\u00e7\u00f5es ou omiss\u00f5es desonestas por parte do candidato ou empregado \u2014 como inventar uma morte ou doen\u00e7a para justificar falta ou apresentar documentos falsos, de atestados m\u00e9dicos a certificados de ensino, por exemplo \u2014 encaixam o trabalhador nessa categoria.<\/p>\n<p><span class=\"s1\">A puni\u00e7\u00e3o est\u00e1 prevista em lei, mas a decis\u00e3o de aplic\u00e1-la cabe ao empregador. De qualquer forma, sempre que uma mentira \u00e9 contada no trabalho, o maior prejudicado \u00e9 o autor dela.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">\u201cPrimeiro, porque ele sabe que mentiu, e o medo de ser desmascarado pode se transformar em estresse e inseguran\u00e7a, prejudicando o bem-estar e a produtividade do trabalhador\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">Al\u00e9m disso, o mais comum \u00e9 que equipe e gestor percebam o comportamento mentiroso, ainda mais quando \u00e9 recorrente. \u201cIsso coloca em d\u00favida o car\u00e1ter e a credibilidade do colaborador, muitas vezes de forma irrevers\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">Talvez ele n\u00e3o seja despedido, mas poder\u00e1 ser mais cobrado, rebaixado ou at\u00e9 exclu\u00eddo de projetos e processos, o que tamb\u00e9m dificultar\u00e1 a vida dele no ambiente profissional\u201d, diz Nathana Lacerda, especialista em imagem e reputa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">O indiv\u00edduo tem sempre a escolha entre dizer a verdade e mentir, mas os especialistas destacam que os l\u00edderes t\u00eam responsabilidade na cria\u00e7\u00e3o de ambientes \u00e0 prova de desonestidade e subterf\u00fagios.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">\u201cCulturas organizacionais pouco abertas a aceitar o erro como parte do aprendizado acabam estimulando a mentira\u201d, afirma Mario Junior, s\u00f3cio da S2, consultoria especializada em investiga\u00e7\u00f5es corporativas e preven\u00e7\u00e3o de fraudes nas empresas.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">Ele cita, ainda, hierarquias r\u00edgidas demais, alta press\u00e3o por resultados e gestores pouco acess\u00edveis como fomentadores de inseguran\u00e7a. \u00c9 claro que nada disso isenta o profissional do compromisso de ser honesto.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">\u201cValorizar a transpar\u00eancia e a vulnerabilidade ao erro, assim como desenvolver nas equipes a consci\u00eancia de que a confian\u00e7a \u00e9 a base das rela\u00e7\u00f5es de trabalho saud\u00e1veis, evitaria mentiras e desgastes causados por delas\u201d.<\/span><\/p>\n<h3><b>Os dois lados da tecnologia<\/b><\/h3>\n<p><span class=\"s1\">Nunca se mentiu tanto quanto ap\u00f3s o surgimento do e-mail e das redes sociais. Tr\u00eas vezes mais na comunica\u00e7\u00e3o por mensagens de texto em compara\u00e7\u00e3o com o olho no olho. Por e-mail, cinco vezes mais. Essa foi a conclus\u00e3o de um estudo feito por psic\u00f3logos da Universidade de Massachusetts Amherst.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">Para os pesquisadores, a tecnologia permite uma dist\u00e2ncia psicol\u00f3gica maior do que a f\u00edsica, o que alimenta a falsidade. Al\u00e9m disso, estar invis\u00edvel atr\u00e1s de uma tela evita ser denunciado pelos sinais n\u00e3o verbais, como a timidez e o nervosismo aparentes.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">Por outro lado, as redes sociais podem se tornar uma armadilha para pegar mentirosos no pulo. Quem sabe bem \u00e9 Gustavo, de 31 anos, que trabalha no atendimento de uma ag\u00eancia de marketing esportivo.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">Na empresa era vetado aos empregados aceitar presentes de clientes e parceiros. Regra que a gerente de Gustavo desrespeitou algumas vezes, at\u00e9 que foi denunciada por si mesma ao postar uma foto durante uma viagem oferecida por um potencial cliente.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">Quem percebeu, e chamou Gustavo para explica\u00e7\u00f5es, foi o diretor-geral da companhia. \u201cComo eu era do atendimento, primeira interface da ag\u00eancia com o cliente, o gestor imaginou que eu tivesse recebido e repassado o benef\u00edcio, o que n\u00e3o havia acontecido\u201d, lembra.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s1\">A pr\u00f3pria gerente admitiu o erro e tentou minimiz\u00e1-lo dizendo que estava \u201cfazendo relacionamento\u201d. Enquanto Gustavo engoliu a seco a sensa\u00e7\u00e3o de humilha\u00e7\u00e3o e desrespeito, ela foi demitida algum tempo depois.<\/span><\/p>\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mentir \u00e9 humano, mas tem limite. Entenda at\u00e9 onde isso \u00e9 aceit\u00e1vel nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho e quando pode ter consequ\u00eancias s\u00e9rias. Fale a verdade: voc\u00ea j\u00e1 contou alguma&nbsp;mentira&nbsp;no trabalho? Voc\u00ea pode n\u00e3o se lembrar ou n\u00e3o querer admitir, mas o mais prov\u00e1vel \u00e9 que sim. Quem garante s\u00e3o os especialistas em comportamento, que definem a mentira como uma esp\u00e9cie de estrat\u00e9gia de defesa necess\u00e1ria \u00e0 sobreviv\u00eancia em sociedade. \u201cOnde houver rela\u00e7\u00f5es humanas haver\u00e1 mentira\u201d, diz Luiz Scocca, psiquiatra da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Psiquiatria. \u201cFalar a verdade o tempo inteiro \u00e9 t\u00e3o raro quanto seria contraproducente para uma boa socializa\u00e7\u00e3o.\u201d H\u00e1 quem diga que a presen\u00e7a da mentira obedece ao princ\u00edpio de Pareto (tamb\u00e9m conhecido como regra dos 80\/20): 20% das pessoas contam 80% das lorotas e os 80% restantes falam os outros 20%. Ou seja, uns inventam mais, outros menos, mas todo mundo mente. No contexto do trabalho n\u00e3o poderia ser diferente. Valorizar o curr\u00edculo com experi\u00eancias e habilidades e maquiar pontos fracos e deslizes na carreira s\u00e3o cl\u00e1ssicos. Um levantamento da MyDNA revelou que 75% dos brasileiros mentem no CV. Informa\u00e7\u00f5es sobre o sal\u00e1rio no \u00faltimo emprego, dom\u00ednio de ingl\u00eas, tempo de inatividade e qualifica\u00e7\u00f5es de ensino s\u00e3o as principais inverdades. Mesmo prevista pelos recrutadores, a pr\u00e1tica pode custar caro. Em uma pesquisa deste ano de uma consultoria de recoloca\u00e7\u00e3o, 33% dos executivos disseram ter descartado candidatos no processo seletivo ao perceberem que n\u00e3o falavam a verdade. De estagi\u00e1rios a executivos, o que pode variar \u00e9 o grau de elabora\u00e7\u00e3o, mas todos mentem. Nem autoridades e profissionais altamente qualificados escapam. 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A rotina profissional \u00e9 repleta de situa\u00e7\u00f5es que colocam o indiv\u00edduo sob tens\u00e3o e, se ele mente na entrevista, entende-se que vai agir do mesmo modo no dia a dia de suas fun\u00e7\u00f5es\u201d, avalia. Mas nem toda mentira deve ser julgada pelo vi\u00e9s moral. Pense naquela vez que voc\u00ea inventou uma pend\u00eancia para escapar do almo\u00e7o ou caf\u00e9 com o colega chato. Ou quando tranquilizou o chefe dizendo que estava terminando uma tarefa que nem sequer tinha come\u00e7ado. Ou quando deixou de dar uma opini\u00e3o sincera sobre a roupa, o corte de cabelo ou uma ideia de algu\u00e9m. S\u00e3o exemplos de mentiras sociais, quase sempre inofensivas e necess\u00e1rias para manter girando a roda dos relacionamentos. Por que inventamos? Cada um tem uma motiva\u00e7\u00e3o: uns para obter vantagens, outros para se sentirem valorizados; uns para evitar algum conflito, outros para ser aceitos no grupo. Na maioria das vezes, o que est\u00e1 em jogo \u00e9 a seguran\u00e7a e a autoestima. H\u00e1, \u00e9 claro, mentirosos mal-intencionados, que manipulam pessoas e informa\u00e7\u00f5es de olho em objetivos pessoais. A servidora p\u00fablica \u00c2ngela, de 43 anos, chegou a ser exonerada do \u00f3rg\u00e3o em que atuava em um dos minist\u00e9rios do governo federal por causa das inven\u00e7\u00f5es de uma subordinada. H\u00e1 quatro anos, quando a m\u00e3e de \u00c2ngela faleceu, ela tirou o per\u00edodo de licen\u00e7a a que tinha direito. Depois de alguns dias afastada, a subordinada levou ao coordenador que a chefe n\u00e3o ia trabalhar h\u00e1 dias e que havia deixado projetos pendentes. Sem checar a situa\u00e7\u00e3o no RH, o gestor acabou n\u00e3o s\u00f3 dispensando \u00c2ngela como promovendo a subordinada ao cargo dela. O emprego \u2014 em outra posi\u00e7\u00e3o \u2014 foi recuperado em algumas semanas, mas para isso foi preciso amea\u00e7ar com um processo e reunir outras v\u00edtimas das mentiras da funcion\u00e1ria: um estagi\u00e1rio acusado de furto, outra que levou fama por intriga e at\u00e9 a mo\u00e7a do cafezinho, acusada de falta de higiene quando, na verdade, era a outra, dissimulada, que a boicotava jogando sujeira na bebida. Como agir com um colega, subordinado ou l\u00edder mentiroso vai depender da mentira, do autor dela e das consequ\u00eancias para as pessoas e aos interesses da companhia. O mesmo vale para a puni\u00e7\u00e3o aplicada. No universo das corpora\u00e7\u00f5es, o preju\u00edzo de faltar com a verdade pode render desde uma advert\u00eancia ou suspens\u00e3o tempor\u00e1ria at\u00e9 a dispensa do funcion\u00e1rio. Pelo Artigo no&nbsp;482 da CLT, atos de improbidade validam a demiss\u00e3o por justa causa. 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O indiv\u00edduo tem sempre a escolha entre dizer a verdade e mentir, mas os especialistas destacam que os l\u00edderes t\u00eam responsabilidade na cria\u00e7\u00e3o de ambientes \u00e0 prova de desonestidade e subterf\u00fagios. \u201cCulturas organizacionais pouco abertas a aceitar o erro como parte do aprendizado acabam estimulando a mentira\u201d, afirma Mario Junior, s\u00f3cio da S2, consultoria<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1174,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_import_markdown_pro_load_document_selector":0,"_import_markdown_pro_submit_text_textarea":"","site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[236],"tags":[],"class_list":["post-1171","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comportamento"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v19.3 (Yoast SEO v26.3) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Pin\u00f3quio corporativo: como lidar com colegas e chefes mentirosos<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Mentir \u00e9 humano, mas tem limite. 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