BRASIL

A RETOMADA – Eu acredito, e você?

Sem parecer otimista em excesso, mas olhando os principais dados macroeconômicos, parece que a tão esperada hora da retomada está chegando. Vamos lá, bem resumidamente: crescimento da produção da indústria em 2,3% em dezembro de 2016 comparada com o mês anterior. Projeção do PIB, ainda que discreto, porém crescente em 0,5% neste ano e em 2,2% em 2018 segundo o boletim da Focus. Inflação caminhando para ficar no centro (ou até abaixo) da meta em 2017 permitindo espaço para novas reduções da taxa de juros. Ibovespa fechando a 67.000 pontos (em 13 de fevereiro de 2017) sinalizando que os investidores já estão precificando as melhoras nos resultados dos balanços que devem vir por aí. O que você imagina dessa chuva de economês? Eu vou te contar o que eu vejo. Vejo otimismo. Otimismo contagiante, tipo catapora mesmo. O presidente da empresa Alfa já escutou que o CEO da empresa Delta está desengavetando um projeto que há muito tempo estava escondidinho… E obvio: Ele não pode ficar pra trás! Não pode deixar de surfar a nova onda que está em plena formação e resolve voltar a investir em novos projetos também. E o que isso significa? Significa que em breve novos postos de trabalho surgirão e depois de muitos anos sem se escutar falar do tema com intensidade, voltamos a ouvir com mais frequência a doce palavra “contratação”. E desta vez não se trata daquela áspera “contratação de substituição” daquele executivo de carreira por aquele menos experiente, porém de “melhor custo benefício” pra não dizer mais barato mesmo. E aí em breve temos o mais novo empregado no Brasil, que começa a gastar mais dinheiro, que aumenta o faturamento das empresas, que por sua vez resolvem contratar mais profissionais, que geram mais dinheiro na praça, que melhoram facilidades de crédito e que vão alimentando assim um novo ciclo próspero, e tomara que duradouro, de crescimento da economia Brasileira (sempre de olho aberto no dragão da inflação). Quando penso nisso me empolgo e chego a quase abrir o homebroker pra comprar mais alguns lotes daquela ação que “com certeza” vai subir, mas logo vem uma vozinha que me pede calma. Muita calma nessa hora! Porque ser otimismo é uma coisa, precavido é outra. Não esqueçamos que continua por aí a Lava Jato e seus desdobramentos, a reforma da previdência e as eleições presidenciais de 2018. No cenário internacional, o Trump que recém começou o seu mandato, os reflexos de movimentos da China, minério e petróleo brent que subiram mas pode ser que caiam e o dólar que caiu, mas pode ser que suba, sem contar o muro com o México que ainda não subiu, mas nunca se sabe… Parece que o mundo está ao contrário e ninguém reparou, dizia o poeta. E como você fica nessa história toda? Você que está procurando sua nova posição e não sabe se ataca com toda a força o mercado cada vez mais promissor ou se espera um pouquinho mais para ver como tudo vai se desenrolar? A verdade é que todos sabem que é impossível prever o futuro. Nem meteorologista nem os melhores analistas do mercado financeiro, que são pagos pra isso, são capazes de acertar o que vai acontecer, imagina nós, reles mortais. Na dúvida, se movimente. Ficar parado neste momento é sempre a pior opção. Recomendo deixar o otimismo te contagiar e desde já se projete na vaga nova, naquela empresa nova, com o seu novo chefe (que vai ser bem melhor que o último). Esquece por enquanto o terceiro parágrafo – finja que ele não estava no texto e que você pulou direto pra cá. Melhor ainda do que se movimentar é se preparar. É hora de revisar mais uma vez o currículo, revisar o perfil do LinkedIn, correr atrás de novas recomendações e se possível voltar a acessar sua rede de contatos. O momento está chegando. Eu acredito, e você? Quer saber mais sobre recrutamento? Fique a vontade para falar comigo. Email: williammonteath@dnaoutplacement.com.br Gostou do texto? Fique a vontade para compartilhar em suas redes! Ah… aproveita e me adiciona como contato. William Monteath é Managing Director da DNA Outplacement no Brasil e ex-headhunter com 9 anos de experiência em mercados brasileiro e latino americano. Quer saber mais sobre Outplacement? Encontre em www.dnaoutplacement.com.br

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O motivo secreto de você não ter sido selecionado para a vaga dos sonhos.

Sabe aquele processo de seleção que estava dando tudo certo? Aquele onde o Headhunter te entrevistou, te selecionou sem hesitar entre os finalistas e te enviou para o RH da empresa? Logo depois a analista de recursos humanos adorou o seu perfil, te encheu de expectativas, explicou como seria a rotina do trabalho praticamente te incluindo já dentro da organização e te mandou para o responsável direto pela posição, ou seja, seu futuro chefe? Então, é exatamente sobre este processo que eu gostaria de chamar sua atenção. Provavelmente você foi para a entrevista com o futuro chefe cheio de confiança, certo? E deveria realmente estar, afinal, estava dando tudo certo e faltava pouco para a realização do seu objetivo. E imagino também que tenha sido uma excelente entrevista, onde sua experiência enquadrada precisamente com as atividades a serem desempenhadas e inclusive você viu espaço para já sugerir possíveis melhorias. Faltava agora só receber aquele telefonema do RH dizendo que foi aprovado e receber a esperada carta oferta. Mas algo aconteceu no meio do caminho. Aquele telefonema que seria na sexta-feira da mesma semana atrasou mais duas semanas. Até que você resolveu ligar para o Headhunter ou para o RH da empresa para saber o que tinha acontecido e infelizmente recebeu a notícia desagradável de que você não tinha sido selecionado. A justificativa poderia ter sido uma dessas: Você era “overqualified” para a posição, ou encontraram alguém com mais experiência que você ou até mesmo falaram que a posição tinha sido temporariamente congelada. Já aconteceu algo semelhante contigo? Vou contar então sobre algo que pode ter acontecido. Por favor, entendam que este fato não se aplica para todos os casos, mas apesar de ser algo velado, podem ter certeza que vez ou outra acontece. Preparado? Aqui vai: Você não foi contratado, pois seu “futuro chefe” ficou com medo de perder a posição para você. Ficou com medo que você poderia um dia lhe usurpar seu importante posto de trabalho. Provavelmente ele achou você melhor do que ele e de alguma maneira inventou alguma desculpa pro RH não te contratar. É terrível, mas acontece. E por mais que a pessoa vá negar para toda a vida, este foi o motivo de você não ter entrado na tão desejada vaga. É desconcertante! E sei que se você passou por isso, ou acha que pode ter passado em algum momento, imagino a raiva e o sentimento de indignação que deve ter sentido. Processos de recursos humanos são extremamente complexos, pois além de contar com seres humanos nas duas pontas, mexem com emoções que muitas vezes são difíceis de prever e lidar. Esse profissional ignorou todos os manuais de gestão que sugerem que você deve contratar alguém melhor do que você, pois além de gerar aprendizado, é o que finalmente vai alavancar a carreira. Bill Hewlett e Dave Packard, co-fundadores da HP, tinham como receita para contratação somente contratar gente brilhante que pudesse se sentir no mesmo nível dos donos da empresa. Marcel Telles, ex CEO da Ambev e sócio do fundo 3G, afirma que gostaria de ser lembrado “como um cara que sempre deixou um monte de gente melhor do que ele nos lugares por onde passou”. Agora como evitar passar por tal situação? É muito difícil e não é sempre que vai acontecer. A grande questão aqui é tentar ler o seu interlocutor da melhor maneira possível. Prestar atenção em cada mínimo detalhe, e se por acaso, imaginar que algo parecido possa estar acontecendo, ressalte experiências boas de trabalho em equipe, de bons relacionamentos com chefes anteriores e de como o seu bom trabalho foi benéfico e ajudou a antigos chefes conseguirem promoções. Por último, sem querer soar como o Mr. Brighside, tente pensar que se você não entrou por este motivo absurdo, pelo menos não vai precisar reportar para um péssimo chefe em potencial. Vira a página e vamos para a próxima. Quer mais dicas sobre recrutamento? Fique a vontade para falar comigo. Email: williammonteath@dnaoutplacement.com.br Gostou do texto? Fique a vontade para compartilhar em suas redes! Ah… aproveita e me adiciona como contato. William Monteath é Managing Director da DNA Outplacement no Brasil e ex-headhunter com 9 anos de experiência em mercados brasileiro e latino americano. Quer saber mais ainda? Encontre em www.dnaoutplacement.com.br

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Outplacement: Como esse processo tem salvado executivos brasileiros

William Monteath, diretor da DNA Outplacement no Brasil, dá seu parecer sobre a crise econômica brasileira e sobre os benefícios da contratação de empresas de outplacement nesse cenário A atual crise econômica brasileira, que se instalou no país de forma brusca e inesperada em 2015, é considerada por economistas como a pior crise da história do Brasil. Com uma estimativa de, no mínimo, cinco anos para se recuperar, o país terá 27% de suas empresas jovens e de marcas não consolidadas fechando no primeiro ano de vida. Além do número assustador de 191 mil companhias declarando falência em 2015. A crise encontra-se em um estado tão crítico, que até mesmo as gigantes como Mabe, Eisa e o Banco Cruzeiro do Sul, também admitiram quebra no ano passado. Dados como estes, só comprovam a imprevisibilidade do mercado, onde nem os executivos do mais alto escalão estão a salvos de estarem entre os mais de 12 milhões de desempregados brasileiros. William Monteath, diretor da DNA Outplacement no Brasil, parte do Grupo DNA , também presente no Chile, Peru e Estados Unidos, comenta a atual situação empregatícia no Brasil “Sem renda e sem receita, o profissional algumas vezes até tem uma boa reserva, mas na maioria das vezes, pouco capital sobrando e alto padrão de vida para manter. Filhos na escola e inumerável lista de contas para pagar, pode ser mais difícil para um executivo ficar desempregado, do que para um profissional de cargo mais baixo na empresa. Essa é a preocupante realidade que muitos gestores brasileiros estão vivendo atualmente”, diz. Ex-headhunter com mais de 10 anos de experiência no mercado brasileiro e latino americano, William afirma que a principal diferença e o que torna ainda mais difícil para esses gestores, é o fato de estarem competindo com profissionais altamente qualificados “O profissional não está sozinho. Assim como ele, que tem mestrado, MBA, outros idiomas e experiência em grandes multinacionais, os outros também tem”, comenta “Por isso a DNA Human Capital decidiu expandir para o Brasil com a nossa área de Outplacement. Com a crise brasileira, os profissionais brasileiros estão realmente precisando de toda ajuda que puderem conseguir”, explica. A Grupo DNA é uma multinacional originária de Santiago, no Chile, com escritórios de Outplacement no Peru, Estados Unidos, e agora no Brasil. O diferencial da DNA é que alia nos programa de Outplacement no Brasil a experiencia e a participação ativa de headhunters, coaches e diretores de empresas, além de terem um inovador programa internacional, para profissionais que buscam carreira no exterior. De acordo com o especialista, duas mudanças são inevitáveis quando um profissional de alto calão se vê desempregado “Primeiro é cortar gastos. Para quem não está acostumado a economizar, pode ser difícil, principalmente quando há outros membros da família. Isso vale desde viagens ao exterior até a conta premium do Spotify. Todos os supérfluos, mesmo que pequenos, somam no fim do mês. E o segundo é, definitivamente, tentar aumentar ao máximo o networking. Ser ativo nas redes sociais, principalmente nas que agregam valor profissional, como o LinkedIn”, aconselha Monteath. Segundo William, esse profissional pode ter algumas outras opções, como empreender, investir em franquias ou virar consultor “Mas não é o mais recomendável. Com a instabilidade da crise, fazer grandes investimentos pode piorar a situação. O ideal é tentar voltar ao mercado de trabalho e garantir novamente a estabilidade de antes”, afirma. Outplacement é um processo de reinserção no mercado de trabalho, onde o profissional recebe ajuda de coaches especializados em transição de carreira, sobre como elaborar o currículo, se portar em entrevistas, o que dizer, como agir, além de um auxílio na procura de empregos “Na DNA, além disso, nossos clientes também já trabalham com headhunters e diretores de empresas. É uma ajuda de diversos profissionais, que trabalham anos do outro lado da mesa e que realmente faz a diferença”, finaliza o diretor.

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As 10 coisas que você NÃO deve fazer enquanto estiver em processo de recolocação!

Existem inúmeros artigos de dicas para o que fazer durante o processo de busca de um novo emprego, mas que tal também munir-nos com dicas de comportamentos a serem evitados durante a fase de transição profissional? Aqui vão 10 preciosas dicas do que não deve ser feito: Disparar e-mails massivos com o seu currículo – Convenhamos que pega mal, né? A chance de alguém abrir um material enviado massivo é mínima, quase nula. Reclamar e ser negativo em redes sociais (principalmente no LinkedIn)…“Estou há duas semanas sem receber feedback do headhunter, que falta de profissionalismo!!!.” Recrutadores estão atentos aos pequenos detalhes, e eles investigam SIM o comportamento do candidato nas redes sociais. Negatividade atrai negatividade! Vamos canalizar essa energia e transforma-la em positividade? Escrever errado o nome do seu interlocutor ao enviar qualquer material. – Atenção aos pequenos detalhes nessa hora é fundamental. Conversei com um presidente de empresa que falou que se o nome dele vem errado ele imediatamente para a leitura! Parece óbvio, mas garanto que pelo menos 23,87% dos e-mails que recebo vem com WilliaN ao invés de WilliaM. E-mails que mesmo enviados individualmente dão a sensação de Spam – Diferença entre cor, tamanho ou fonte entre o nome e o corpo de e-mail denunciam que se trata de um esquema de copy and paste. Novamente… “The Devil is on the details” ou “O Diabo está nos pormenores” diz a famosa expressão em inglês.   Ser muito ansioso (e consequentemente insistente) na hora de requisitarfeedbacks. Existem formas mais estratégicas em que de maneira muito sutil você consegue fazer com a pessoa se lembre de que te deve alguma informação ou resposta, sem necessariamente escrever algo como “recebeu o meu currículo?” ou “tem alguma novidade do processo seletivo?”. Ser considero chato pode ser motivo para eliminação de processos em empresas. E-mails muito longos – O tempo é talvez o ativo mais importante dos profissionais no mercado de trabalho. Evite enviar um testamento contando desde seu histórico acadêmico até os seus últimos dias profissionais para dizer a alguém que você está aberto a novas oportunidades profissionais.  Currículos muito longos (duas páginas é o ideal, nunca passe de três) – Poderia escrever duas páginas sobre como preparar o currículo ideal e o que deve ser evitado na construção do CV, mas vai ficar para um próximo artigo. Pensem apenas que novamente a leitura do currículo em 99% dos casos é dinâmica e feita por leitura diagonal, então tenha certeza de produzir um conteúdo objetivo e com informações fáceis de serem encontradas. O que evitar? Redundância, erros gramaticais, informações desnecessária como suas atividades durante a época de estágio e seus cursos de Windows e MS-DOS. Informalidade em excesso – Deve ser evitada tanto na entrevista como na comunicação coorporativa. Não estou sugerindo o excesso de formalidade, mas sim o equilíbrio certo entre ser simpático e profissional ao mesmo tempo pelo menos nos primeiros encontros. Guarde os KKKs e os emoticons por whatsapp para um momento posterior. Errar no “dress code” (se vestir de maneira inapropriada). – Evite perfume forte, maquiagem carregada e decote para as mulheres, e estar vestido fora do contexto da empresa de uma maneira geral. Não vá de bermuda ou short para uma entrevista em um escritório de advocacia nem de terno e gravata para uma startupde tecnologia. Dica do que fazer: Entre no linkedin de profissionais que trabalham na empresa que vai te entrevistar para entender o padrão de vestimenta.    Errar no aperto de mão – Pode parecer bobo, mas aqui vai algo que precisa ser devidamente esclarecido e que é muito valorizado por recrutadores de uma maneira geral: O aperto de mão. A primeira impressão é essencial e pode conduzi-lo tanto ao sucesso quanto ao fracasso da sua entrevista. Como trabalhei por muitos anos em uma das lideres mundiais de recrutamento, posso afirmar categoricamente que isso faz toda a diferença. Entre os headhunters tem até “apelido” para os tipos de aperto de mão, como o daquele candidato que te estende à mão mole e sem energia, o chamado “mão de frango” quanto daquele outro que vai com toda sede ao pote e acaba se excedendo na força, o “quebra ossos”. Aqui o melhor é nem oito nem oitenta, dose sua energia para que seja na medida certa. Evite também não olhar no olho ou encarar seu entrevistador como um maníaco do parque. William Monteath é Diretor da DNA Outplacement no Brasil e ex-headhunter com 9 anos de experiência em mercados brasileiro e latino americano. Quer saber mais? Encontre em www.dnaoutplacement.com.br  

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Demitido ou desligado?

Demitido, desligado, contrato encerrado e projeto finalizado. Algumas palavras soam mais fortes enquanto outras suavizam a dura realidade: Você está desempregado. Sem renda e sem receita, algumas vezes com uma boa reserva, mas na maioria das vezes com pouco capital sobrando e com um alto padrão de vida para manter. Filhos na escola, inumerável lista de contas para pagar, e toda esta dura realidade que muitos brasileiros já viveram e que alguns estão vivendo pela primeira vez. Porém dessa vez existe um complicador: você está não está sozinho nesta jornada, uma vez que está competindo com gente muito boa. Existem muitos profissionais altamente qualificados com mestrado, MBA, inglês, francês e espanhol, com experiência em grandes multinacionais, na mesma situação que a sua. E agora? Por um lado, é bom para levantar a moral e a autoestima já que você olha para o entorno e vê gente capacitada na mesma situação que a sua, porém a contrapartida é competir com postulantes muito, mas muito bem preparados e sedentos para voltar ao mercado. A primeira dica (e espero que óbvia para maioria) é fechar torneiras: Não só maneirar em restaurantes caros e na compra de supérfluos como fechar contas pequenas que somam no fim do mês, como o seu pacote com todos os jogos do campeonato até mesmo a conta do Spotfy premium, por exemplo. Neste caso vale mais a pena investir em uma conta mais parruda do Linkedin, ferramenta primordial para quem quer ativar e construir network profissional em alto nível (já fica aqui a dica número 2). Agora vamos entrar no seu novo trabalho, que deve ser justamente “procurar trabalho”. E aqui resiliência é uma habilidade primordial. Está preparado para ouvir “não”? Te garanto que é melhor do que ficar sem resposta ansioso para saber alguma notícia. Qual o problema dos brasileiros em dar um feedback negativo e dizer que contrataram outra pessoa? E quanto mais “nãos” menor a autoestima, e por consequência menor a confiança para enfrentar as tantas entrevistas que estão por vir. Qual a resposta certa para a famosa pergunta em relação a sua expectativa salarial? Se jogar muito alto pode ficar fora da faixa salarial oferecida e logo fora do processo, e se jogar baixo pode parecer que está se desvalorizando. Por que saiu do último emprego? Demitido, desligado ou contrato encerrado – qual palavra usar? Não é fácil! Não é fácil para ninguém. Que tal empreender? Mas na crise? E abrir uma franquia? Virar consultor? Sair do país? Como é mesmo o processo para tirar visto? Tenho certeza que se você passa ou passou por este delicado momento sabe do que eu estou falando. Mas nem tudo está perdido. Parece que a economia está voltando a andar. Aquele headhunter que nunca ligava voltar a ligar. Seu antigo chefe mudou e quer te levar para a empresa nova… E quando você menos esperava está de volta ao escritório, provavelmente ganhando um pouco menos, mas com um bom pacote de benefícios. Agora é voltar a rotina de reclamar da longa jornada, do trânsito da volta e também daquela sua contraparte querendo puxar seu tapete. Domingo voltou a ser um dia triste e a música do Fantástico voltou a trazer calafrios anunciando a chegada de segunda-feira. Ufa, que alívio! E se esse momento estiver demorando mais que o esperado para chegar? O que fazer para se diferenciar de outros profissionais tão qualificados? Como fazer para o headhunter receber e ler o seu currículo, e o principal de tudo, te ligar agendando para uma entrevista? Como justificar menos de um ano naquela empresa e outras curtas passagens ao longo da carreira? E o inglês? Avançado para entender e ler e básico para falar não vai colar com o recrutador. Uma ajuda profissional feita por gente que viveu muitos anos o outro lado da mesa pode ser interessante nesse momento. Já ouviu falar de outplacement? William Monteath é Managing Director da DNA Outplacement no Brasil e ex-headhunter com 10 anos de experiência em mercado brasileiro e latino americano. Para contato: williammonteath@dnaoutplacement.com.br /www.dnaoutplacement.com.br

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Os últimos serão os primeiros? Conheçam o caso de Carlos.

Pessoal, gostaria de dividir uma experiência interessante da minha época de recrutador. Em 2009, em meu segundo ano como recrutador de uma multinacional, estava trabalhando uma posição de Diretor Financeiro para uma empresa nacional de médio porte. Já tinha o que os hunters chamam de “short-list”, ou seja, depois de falar com aproximadamente 80 profissionais por telefone, e destes ter entrevistado 25 pessoalmente, cheguei aos 5 que encontrei mais aderentes ao perfil da empresa. Estava preparando o material para poder enviar no dia seguinte todos os currículos e as informações coletadas dos cinco finalistas. Durante o momento em que eu estava finalizando o meu trabalho, recebi a ligação de um candidato que havia postulado para a vaga e que nem sequer havia sido considerado para uma chamada telefônica, pois sua experiência nos últimos 15 anos haviam sido fora do Brasil e meu cliente buscava alguém com experiência em empresas nacionais de porte entre pequeno e médio. Gentilmente lhe expliquei os motivos para o qual não poderia considerá-lo no processo e ele me pediu que assim mesmo o considerasse para pelo menos uma entrevista mesmo que proativa para futuras oportunidades. Como eu estava bem atarefado, lhe pedi que enviasse novamente seu material e que no momento oportuno agendaria a entrevista proativa em uma data mais conveniente (típico dos recrutadores, não?). No dia seguinte recebi novamente a sua ligação perguntando sobre a data e posterguei a agenda um pouco mais. E nisso o processo de Diretor Financeiro começou a andar… Em dois dias recebi novamente a ligação do insistente candidato que me explicou de forma direta os motivos pelo qual eu o deveria entrevistar. Era final do expediente de trabalho, quando então decidi acabar com aquilo e marcar uma entrevista para o dia seguinte. No final da tarde do dia posterior, chega então meu candidato, quem vou chamar de Carlos. Carlos chegou 5 minutos antes, trouxe um currículo impresso, e embora não tenha me impressionado nos primeiros 2 minutos, quando começou a me contar sua história de vida fez com que uma entrevista que em média dura 45 minutos passasse para 2 horas (e que por sinal passaram voando). Contou detalhes de turn around em diferentes países e também deu exemplos concretos de liderança que me fizeram inclusive levar como ensinamentos para minha carreira. No dia seguinte pela manhã a primeira coisa que eu fiz foi ligar para a gerente de RH e contar sobre o Carlos e explicar em detalhes o porquê da necessidade de entrevista-lo mesmo não sendo aderente ao perfil do job description. A gerente me pediu que esperasse o feedback dos primeiros candidatos e eu fui insistente: falei que entrevistei a todos e na minha visão ele poderia ser a melhor solução para os problemas que a empresa estava enfrentando. O fim da história vocês já devem estar imaginando, correto? Sim, Carlos foi contrato, segue até hoje na empresa, tem um excelente pacote financeiro, é considerado um funcionário chave e passou de meu candidato para cliente e depois amigo. Pontos para refletirmos: Como um candidato que nem sequer era considerado para uma pré-entrevista telefônica ultrapassou todos e cruzou a linha de chegada em primeiro lugar? Até que ponto o candidato deve ser insistente com o headhunter? Qual a real influência do hunter como decision maker no processo de seleção do seu cliente? Por que muitas vezes as soft skills e o desempenho na entrevista são mais importantes que qualidades técnicas na hora da tomada de decisão? Quem precisar de mais dicas e informações de como chegar em primeiro, estou disponível no email williammonteath@dnaoutplacement.com.br e recomendo também o site da DNA www.dnaoutplacement.com.br   William Monteath é Diretor DNA Outplacement Brasil  

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O Novo Curriculum Vitae

Começo uma sessão de outplacement sobre CV sempre com a mesma pegunta: ” quando estou trabalhando em hunting e preciso encontrar um candidato para um cliente, quanto tempo você acha que eu levo avaliando um CV, para saber se ele é ou não um bom candidato para uma posição?!?” A reposta normalmente é cheia de consideração, já que uma pessoa pode levar horas para montar seu CV e isso representa sua vida; é um fato, mas encontrar o profissional ideal também é a vida do recrutador e os melhores trabalham de forma pragmática. A resposta? De 8 a 12 segundos. Recebo, em média, 350 Cvs por posição, sendo que a maior parte não apresenta sequer 20% dos requisitos exigidos pela vaga. Assim, perder muito tempo lendo um CV, como nestes casos,  seria antiproducente. Numa segunda peneira, sobram aproximadamente 80 CVs, levo mais 30 segundos para chegar a uma definição  se vou ou não para um call. Portanto, um bom CV é aquele que mostra de forma rápida e precisa as informações que o selecionador busca. Se elas esttão ali, muito bem, informação adicional pode ajudar; se não estão, nenhuma informação adicional fará muita diferença. O mundo atual é rápido e competitivo e esta dinâmica também é realidade ao buscar trabalho; fica a dica: vá direto ao ponto, o resto você conta na entrevista. Murilo Arruda é CEO da DNA Outplacemente para América Latina

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El outplacement comienza a madurar en Chile

Más que indemnizar al momento de despedir, varias empresas en Chile se preocupan por reinsertar laboralmente a sus trabajadores desvinculados. Se trata del outplacement, una práctica que tras ser instaurada tímidamente hace 20 años en el país, creció un 30% en el último año. ¿Las razones? La desaceleración económica y las conductas socialmente responsables de las empresas. De hecho, el outplacement local es uno de los más avanzados a nivel regional, seguido por Perú, que recién ha incorporado el proceso. “Cuando lo introduje en Chile en 1996, me gané un premio internacional por haber conseguido en un año la meta de clientes, obtenida por países más desarrollados en cuatro y cinco años”, reconoce Janet Spröhnle, directora ejecutiva de People & Partners. Luego de debutar como un ejercicio de las multinacionacionales, hoy son las empresas locales quienes más adquieren este servicio. Así lo demuestra el estudio del headhunter People & Partners, donde el 60% de sus clientes corresponde a firmas chilenas y el 40%, a compañías extranjeras. Los sectores retail, financiero, energía, automotor e industrial son algunos de los principales demandantes del outplacement en el país, en un mercado que espera la llegada de otros actores. “Estamos haciendo todo lo posible para que esta práctica siga expandiéndose en todos los niveles, como por ejemplo en la administración pública, donde hemos tenido pocos clientes, así como también en las FFAA. Y en las empresas medianas y más chicas, porque lo peor que le puede pasar a un país es aumentar su desempleo”, estima Spröhnle. Demora Pese a que casi el 100% de los profesionales que cursan un outplacement consiguen un nuevo empleo (ver gráfico), la mayoría demora en hacerlo. Para Germán Picó, director ejecutivo de DNA Outplacement, este período de tiempo ha aumentado un 20% en los últimos años. “Debido al estado económico actual, hoy es más lento encontrar trabajo que hace un año y medio atrás. Si antes las recolocaciones demoraban sólo cinco meses, hoy no bajan de los siete meses”, indica Picó. Según cifras de People & Partners, en 2014 el 78% de los 230 altos ejecutivos egresados de su outplacement tardó seis meses en encontrar un nuevo empleo. Inferior a lo registrado en 2012, cuando un 83% ya estaba reubicado al mismo periodo. A su vez, la mayoría de los reinsertados laboralmente el año pasado, demoraron 4,6 meses promedio en hacerlo, tiempo que superó la espera de los profesionales mayores de 45 y 55 años, que no tardaron más de 4,3 meses. “En épocas de contracción o donde el mercado esta más complicado, se privilegian ejecutivos con mayor experiencia o con más batallas en el cuerpo. En otros períodos de expansión y crecimiento, se valora ejecutivos más jóvenes con más dinamismo. Hay muchos factores importantes”, dice Janet Spröhnle. Al mismo tiempo, el estudio revela una evolución en las capacidades académicas de los altos ejecutivos que han cursado su outplacement. En el 2000 la mayoría de éstos no tenía diplomados (incluso algunos sin título universitario). Hoy, el 95% cuenta con título, diplomado y magíster. Emprendedores Si bien, gran parte de los egresados de los diferentes outplacement ofrecidos por el mercado local se recolocan en otra empresa, en el último año varios optaron por la independencia. Por ejemplo, el 14% de los reubicados por People & Partners en 2014 emprendió. Cifra superior al 11% y 7% registrado en 2013 y 2012 respectivamente. Para Spröhnle, esta variable se debe a las facilidades que existen hoy para emprender y a la desaceleración económica, que dificulta encontrar nuevos puestos de trabajo. Pero, el outplacement seguirá creciendo. Magdalena Scepanovic, jefe del Área Desarrollo de Carrera de Mandomedio, prevé un aumento en la incorporación de este sistema para 2015. Similar a lo que pasó el año pasado, frente a las proyecciones económicas ajustadas a la baja. “Hace cinco años, este procedimiento estaba orientado a los altos ejecutivos, pero cada día el mercado se ha ido abriendo hacia los mandos medios donde una desvinculación profesional tiene un fuerte impacto motivacional al interior de la empresa”, aclara.

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