BRASIL

Dobre suas chances de se recolocar em até 3 meses!

A primeira coisa que 99% das pessoas que perdem o emprego faz é compartilhar a informação com parentes e amigos próximos, e esse é exatamente o maior erro para quem quer se recolocar e tem pressa. Esse círculo de contatos mais próximo é composto pelas pessoas mais propícias a tentarem te ajudar, mas cabe a você direcionar os esforços para que sejam efetivos. Se você “panfletar” aquele currículo antigo que você só deu uma “ajeitada”, ele será repassado adiante exatamente como está, e certamente não causará a melhor impressão possível. O mesmo vale para uma comunicação pouco assertiva com relação aos seus objetivos profissionais. Uma recolocação deve ser bem pensada, bem planejada e bem executada. O tempo investido em se repensar a própria trajetória, em definir claramente os objetivos daqui por diante e em reescrever um currículo que reflita tudo isso, levará a um documento que causará uma ótima primeira impressão. Ao encaminhar um currículo bem redigido ao seu círculo de contatos mais próximo e comunicar de forma clara seus objetivos, as chances de este currículo cair nas mãos certas e atrair a atenção de quem o receber aumentam significativamente. Lembrando que mais de 2/3 das vagas são fechadas por indicação, e que as pessoas mais próximas serão as que mais irão te indicar, suas chances de uma recolocação rápida dobram se você seguir essas dicas simples. Para mais informações sobre o processo de recolocação, recomendo a leitura dos seguintes artigos: Método infalível para escolher assertivamente seu novo emprego! 11 dicas para recolocação profissional SEO – Seja encontrado pelos recrutadores Porque investir em um programa de Outplacement ou Replacement Para saber mais, entre em contato comigo por e-mail ou nas redes sociais. Será um prazer ajudar! Um abraço e sucesso! Hugo Liguori – hugoliguori@dnaoutplacement.com.br

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Esta aplicación le ayudará a conseguir trabajo

Para conseguir trabajo hay que tener una hoja de vida convincente e innovadora que cautive al lector. Eso es lo que podrá aprender y perfeccionar en una aplicación en línea que le ofrece desde tutoriales y modelos para crear su propio perfil profesional, hasta un listado de ofertas de trabajo acorde a sus capacidades. Lo importante en la búsqueda de trabajo es destacar, pero en un país con diez ciudades que cuentan con más de 500.000 habitantes, y 27 adicionales con más de 250.000, diferenciarse puede ser todo un reto en el ámbito laboral. Además, el aumento del desempleo incrementa la competencia de aspirantes a una vacante. De acuerdo a las últimas estadísticas presentadas por el DANE, el desempleo en Colombia aumentó 0,2 puntos porcentuales, pasando del 9,2% en 2016 al 9,4% en 2018, convirtiéndose en uno de los principales temas de preocupación para los colombianos. Por ello, a diario surgen preguntas en los ejecutivos que esperan tener un nuevo desafío laboral. ¿Cómo armar un currículum efectivo? ¿Cómo aprovechar las redes de contacto? ¿Dónde encontrar las mejores ofertas de acuerdo al perfil? Todas son inquietudes que se vuelven cada vez más recurrentes en quienes buscan fortalecer sus perfiles ocupacionales y aumentar su oportunidad de ser elegido. Por eso surge una plataforma digital creada para entrenar al aspirante y que le ofrecerá videos tutoriales, ejemplos de hojas de vida y perfiles digitales. También le mostrará las vacantes disponibles en su ciudad, estadísticas e información acerca del mercado laboral y cómo encajar en los perfiles de trabajo. La aplicación El grupo DNA Outplacement presenta en Colombia GENES, el primer workplace online para aprender a encontrar trabajo en el menor tiempo posible. El más reciente estudio del Departamento Nacional de Planeación (DNA) demostró que en promedio un colombiano se demora 18 semanas, es decir cuatro meses y medio, en encontrar empleo. “Con disciplina y foco, un ejecutivo puede bajar en un 50% el tiempo cesante en el mercado con la ayuda de GENES, en su proceso de transición laboral. Ahí se encuentra toda la información necesaria y relevante para apoyar en la búsqueda de empleo. Así mismo es una herramienta colaborativa en la cual los usuarios pueden interactuar entre sí y con especialistas a través de un chat live”, afirma Ricardo Suárez, gerente ejecutivo de DNA Digital. GENES es una herramienta digital que cuenta con distintas secciones todas enfocadas en apoyar el proceso de transición laboral. Así, está la sección Jobs, donde el usuario encontrará miles de posiciones abiertas en el mercado o la sección de templates donde se tiene acceso a formatos tipos de CV, perfil de LinkedIn, correos de presentación entre muchos otros. Asimismo, a través de la plataforma se accede a listados con los contactos de headhunters y de diversas empresas. Hoy la plataforma está disponible en Argentina, Chile, Brasil, Perú, y ahora en Colombia, y sus usuarios indican 86% de nivel de satisfacción con el sistema. Para acceder a una versión limitada gratuita, donde puedes ver ejemplos de la herramienta, sólo debes ingresar a  genesnextstep.com 

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PORQUE INVESTIR EM UM PROGRAMA DE OUTPLACEMENT OU REPLACEMENT

Iniciando pela terminologia, Outplacement refere-se ao processo de transição de carreira, ou seja, quando um profissional muda de emprego, seja para uma nova vaga no mundo corporativo, seja empreendendo. O Replacement é o processo que ocorre quando um profissional desempregado busca um novo trabalho. Em ambos os casos, os melhores resultados são alcançados com planejamento, dedicação na execução e perseverança. Os programas de Outplacement e Replacement ajudam os profissionais a cumprir as etapas essenciais para uma mudança positiva na vida e na carreira, que são: 1.     Autoconhecimento e definição de objetivo – através de testes de personalidade e coaching de carreira, identificam-se os talentos, pontos fortes e fracos, valores pessoais, bem como objetivos pessoais e profissionais que guiarão a busca por oportunidades realmente alinhadas ao perfil do profissional. 2.     Planejamento estratégico e preparação – nesta etapa são desenvolvidos currículo, carta de apresentação e perfil do LinkedIn. Também são feitas simulações de entrevista com feedbacks de melhoria, e é preparada toda a estratégia de marketing pessoal e networking. 3.     Ação – Ativação da rede de contatos do profissional e dos consultores, busca e inscrição em processos seletivos, conexão com headhunters e demais possíveis empregadores. As principais vantagens de se usar esses programas são: 1.     O Autoconhecimento conduz a uma definição clara de quais empresas ou trabalhos estão realmente alinhados aos anseios pessoais e profissionais. Saber escolher assertivamente o novo emprego é essencial para se alcançar o sucesso; 2.     Através de técnicas de SEO, o perfil do LinkedIn é preparado para que fique muito mais atrativo e seja mais facilmente encontrado pelos recrutadores; 3.     Técnicas de headhunting ajudam o profissional a encontrar mais facilmente as oportunidades disponíveis e conseguir um primeiro contato com o recrutador; 4.     As simulações de entrevista com devolutiva preparam o profissional para saber como encantar os recrutadores; 5.     O tempo médio de recolocação para quem investe em um programa de Outplacement ou Replacement é de aproximadamente 4 a 5 meses, contra 8 a 9 meses da média atual de mercado. Ou seja, o investimento já se paga no primeiro mês de trabalho. Para saber mais, entre em contato comigo por e-mail ou nas redes sociais. Será um prazer ajudar! Um abraço e sucesso! Hugo Liguori é diretor da DNA Outplacement Brasil, engenheiro e ex-headhunter com experiência em recrutamento e seleção. Para saber mais sobre o assunto ou sobre a DNA Outplacement, contate-o pelo e-mail hugoliguori@dnaoutplacement.com.br.

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Você sabe quais são seus pontos fortes?

Essa é uma das perguntas mais feitas em processos seletivos.  Você está pronto para respondê-la? Entenda a ciência por trás da pergunta. Todos nós já ouvimos esta pergunta em algum momento da vida. Algumas pessoas relatam sentirem-se completamente perdidas ao respondê-la. Outras acreditam que existe uma única opção correta e respondem simplesmente o que imaginam que o recrutador gostaria de ouvir. Há ainda aqueles que sabem que são excelentes profissionais, mas que não conseguem apontar com clareza quais são os atributos pessoais que garantem o seu sucesso ou utilizá-los de forma consciente. Mas afinal, o que são os tais pontos fortes? Buckingham e Clifton dizem que “talento é qualquer padrão recorrente de pensamento, sensação ou comportamento que possa ser usado produtivamente”. Ao nascermos, temos mais conexões sinápticas do que vamos precisar porque, durante os primeiros anos, temos muitas coisas paras absorver. Com o passar do tempo, começamos a dar sentido ao nosso mundo, passando a filtrar as informações, reforçando algumas conexões e deixando outras enfraquecerem. E assim vamos tomando forma, nos descobrindo e decidindo quem queremos ser. Vamos nos individuando e formando nossos talentos. São nossos talentos que nos diferenciam das demais pessoas, a combinação deles nos torna únicos. Também são eles que nos garantem a maior chance de sucesso. Quando dedicamos tempo e energia em conhecer e aperfeiçoar nossos talentos naturais, transformamo-los em pontos fortes: “um desempenho estável e quase perfeito em determinada atividade”. Embora qualquer homem de inteligência mediana possa desempenhar qualquer tarefa à qual se proponha, a chance de atingir a maestria de forma perene só existe quando apoiada em talentos pessoais. Assim, quando alguém te pergunta sobre seus pontos fortes, não se trata apenas de um clichê, mas de uma oportunidade para você mostrar qual a sua combinação única de atributos que podem garantir o seu sucesso na vaga. Então, conhecer seus talentos naturais e trazê-los a um campo prático é muito mais do que responder bem a uma pergunta, mas a sua melhor chance de sucesso no processo seletivo, e também no desempenho de seu trabalho, garantindo o sucesso em sua carreira. Ocorre, entretanto, que muitas vezes nossos talentos nos são tão naturais, que acabamos por desconhecer a sua existência ou por achar que esses elementos são comuns a qualquer pessoa. Como podemos, então, descobri-los? Um dos caminhos mais rápidos e seguros é utilizar um assessment psicometricamente confiável, que indique a sua combinação de traços positivos. Você também pode associá-lo a sessões de devolutiva com profissionais capacitados como coaches, psicólogos e analistas comportamentais. Estes profissionais te ajudarão enxergar com mais clareza os seus diferenciais e o ajudarão a utilizá-los a seu favor. Você também pode observar os feedbacks que recebe. Eles dizem respeito aos mesmos traços pessoais? Esse é um forte indicativo de seus pontos fortes. Analise também as atividades nas quais você costuma ser bem-sucedido. Quais características suas garantem esse desempenho? Outros pontos a serem observados em sua busca por autoconhecimento são: quais são seus desejos pessoais, ou seja, quais atividades costumam te atrair? Quais tipos de aprendizados você obtém de forma rápida? E, na realização de quais trabalhos você têm mais satisfação? Invista tempo e energia na sua jornada de autoconhecimento. Ela garantirá, sim, uma melhor performance em processos seletivos, mas também te ajudará a aprimorar sua performance e trará muito mais satisfação pessoal e profissional. Danieli Wegermann é master coach de liderança e carreira, com experiência em desenvolvimento de equipes e profissionais e avaliações comportamentais. É colaboradora da DNA Outplacement Brasil trabalhando com assessment e coaching profissional.

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11 dicas para recolocação profissional

O desemprego assusta, mas não deve ser motivo para se desesperar. Com um pouco de organização e estratégia, e uma boa dose de dedicação e foco, a recolocação profissional virá naturalmente e mais rápido do que se espera. Confira onze ótimas dicas de como se preparar para conseguir um novo emprego: 1. Organize suas finanças Não ter condições de honrar as contas é a maior preocupação de 9 entre 10 desempregados. Para minimizar esse risco, a primeira coisa a se fazer é listar todos os gastos e passar um pente fino em tudo o que possa eliminado ou pelo menos reduzido. Organize suas finanças de forma racional, e esteja preparado para ficar o máximo de tempo possível sem emprego. Dessa forma, você conseguirá manter a tranquilidade e estabilidade emocional para enfrentar essa fase. 2. Crie uma rotina Encare o desafio de encontrar um novo emprego como sendo o seu emprego atual. Para isso, determine uma rotina de atividades que o mantenha ocupado. Uma rotina o ajudará a otimizar o tempo livre, diminuir a ansiedade, melhorar o foco, organizar as informações e aumentar a eficiência em todo o processo. 3. Repense sua carreira Aproveite esta oportunidade para reavaliar sua trajetória profissional até o momento. Os pontos altos podem indicar o caminho a seguir daqui pra frente; os pontos baixos, os caminhos a evitar. Avalie também seus pontos fortes, pontos fracos e valores pessoais para determinar seus objetivos daqui por diante, e trace metas e objetivos profissionais antes de sair disparando o currículo por aí. Para aprofundar no tema, leia o artigo “Método infalível para escolher assertivamente seu novo emprego!”. 4. Atualize seu currículo Uma vez definido seu objetivo profissional, atualize seu currículo e perfil nas redes sociais. Um bom currículo deve ter no máximo 2 ou 3 páginas, com layout convidativo, e conter informações claras e objetivas. As informações mais relevantes devem ser facilmente localizáveis, tais como formação acadêmica, passagens profissionais e idiomas. Ressalte os principais resultados alcançados através de tópicos e use a linguagem dos recrutadores. O artigo “SEO – Seja encontrado pelos recrutadores” traz dicas essenciais para aumentar a atratividade do seu perfil. 5. Mantenha-se atualizado Aproveite o tempo livre para reciclar os conhecimentos imprescindíveis ao bom desempenho profissional. Frequentar cursos, palestras e eventos do seu interesse não só aumentará seu networking, como demonstrará que você não esteve “parado” enquanto estava desempregado, que é um profissional dedicado a aprender. Além disso, mantenha-se informado sobre os principais acontecimentos no Brasil e no mundo; uma pessoa bem informada sempre causa boa impressão. 6. Tome as rédeas da situação Se está difícil para você, também está difícil para todos os outros, então não se faça de vítima e mãos à obra. Levante a cabeça, respire fundo e vá atrás do seu sonho, você é o protagonista da sua própria história. Profissionais com atitude positiva passam naturalmente uma boa impressão aos recrutadores e possíveis empregadores. 7. Seja claro, direto e objetivo Ao ser perguntado por qualidades e defeitos, fuja dos clichês e frases feitas como “meu maior defeito é ser perfeccionista”, “sou workaholic”, “sou ansioso”, “dou meu sangue pela empresa”, “sou pau para toda obra”, “eu visto a camisa” e outras similares. Essas frases causam uma péssima impressão. Ao falar dos pontos fortes, exemplifique com situações reais vivenciadas no passado. Use como exemplos aquelas características que o destacam no mercado de trabalho, aquilo pelo qual você é reconhecido e admirado. Ao falar dos pontos fracos, seja franco e fale também o que está sendo feito para minimizar o possível impacto dos seus pontos fracos na sua carreira. 8. Não minta Você pode até omitir informações desnecessárias, mas mentir, nunca! Se você foi demitido, não tente uma saída transversal, seja direto e responda simplesmente: fui demitido. Só responda ao que for perguntado, e seja direto e imparcial, nada de falar mal da empresa ou do chefe. Se foi demitido por alguma deficiência ou falha sua, é esperado que você já tenha refletido a respeito para não incorrer no mesmo erro, então exponha a razão com cuidado e diga o que fez (ou está fazendo) para superar esse ponto fraco. Você também deve ser verdadeiro ao falar do seu papel nos projetos, da sua experiência, do seu domínio de ferramentas e idiomas, etc., pois corre o risco de ser desmascarado e, para completar, ser demitido por justa causa. 9. Faça networking e cuide do seu marketing pessoal “Quem não é visto não é lembrado”? Networking é uma questão de hábito, e este é um dos hábitos mais saudáveis à sua carreira, juntamente com a prática do Marketing Pessoal. As pessoas precisam lembrar-se de você e saber o que você faz e por onde anda. Tenha em mente que, em média, 2/3 das posições de trabalho são fechadas por indicações. Se você anda afastado há muito tempo, vá com calma, não ligue para as pessoas e as coloque contra a parede pedindo ajuda ou emprego. Aproxime-se com cautela, convide para um café, almoço ou happy hour, fale de amenidades, interesse-se pela história e pelo momento do outro. Só então fale sobre seu momento, sobre estar participando de alguns processos seletivos e de que natureza, para que seu contato não se sinta pressionado, mas que tenha motivos para lembrar-se de você caso saiba de alguma oportunidade. Faça tudo isso com sutileza, tenha atitude positiva, fale das suas conquistas sem ser pedante ou exibicionista, para que você possa passar uma boa impressão. 10. Considere oportunidades temporárias Enquanto estiver buscando emprego, se surgir um projeto por tempo determinado, pense que pode ser uma boa oportunidade para se manter ativo, acumular experiência, conseguir uma renda extra para este período difícil e, acima de tudo, pode ser a chave para sua efetivação. 11. Headhunters, jobhunters e outplacement Headhunters são contratados pelas empresas para ajudá-las na busca pelos profissionais que necessitam contratar. A vantagem de ter contato com headhunters é que eles poderão te indicar caso estejam trabalhando em oportunidades profissionais no seu perfil. Para atrair a atenção de um headhunter, a melhor estratégia é oferecer a possibilidade de conquistar clientes novos como, por

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SEO – SEJA ENCONTRADO PELOS RECRUTADORES

Considerando que estamos passando por um período extremamente difícil, com desemprego acima de 12%, ou seja, aproximadamente 13 milhões de desempregados no Brasil, os processos seletivos estão extremamente concorridos. Para conseguir uma oportunidade profissional, mais do que nunca o perfil no LinkedIn e o currículo devem estar muito bem redigidos e atrativos, pois são o primeiro filtro de qualquer processo seletivo. Uma vez que, no atual cenário, é comum haver milhares de candidatos para apenas uma vaga, é humanamente impossível para o recrutador ler e analisar todos os currículos. É aí que entra o SEO (Search Engine Optimization), que em português podemos traduzir como Otimização de Máquina de Busca. Como o número de candidatos por vaga é muito grande, as diversas ferramentas disponíveis para busca e triagem permitem o uso de filtros por palavras-chave específicas. Assim, para aparecer nas pesquisas, um perfil no LinkedIn bem redigido deve conter necessariamente os principais termos relacionados à sua área de atuação, termos esses que serão utilizados para se filtrar os perfis mais aderentes aos requisitos das vagas.   Exemplos de termos por área: Supply-chain: APICS, S&OP, MRP, ERP, SAP TI: COBIT, ITIL, PMP Financeira: BRGAAP, USGAAP, IFRS, Hyperion Engenharia de Produção: Lean, WCM, CAPEX   Esses exemplos são apenas para ilustrar a ideia. Para saber quais palavras-chave usar em seu perfil, sugiro pesquisar por vagas do seu interesse e verificar os termos mais recorrentes nos requisitos das vagas. Uma vez definidos os termos, inclua-os no corpo do currículo, de forma que façam sentido durante a leitura. Assim, seu perfil estará estrategicamente otimizado para ser encontrado pelos recrutadores. Um abraço e sucesso! Hugo Liguori é diretor da DNA Outplacement Brasil, engenheiro e ex-headhunter com experiência em recrutamento e seleção. Para saber mais sobre o assunto ou sobre a DNA Outplacement, contate-o pelo e-mail hugoliguori@dnaoutplacement.com.br.

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O emprego ideal é mesmo o ideal?

Durante as sessões de coaching dos programas de Outplacement, vez por outra pergunto ao coachee qual seria o modelo ideal de emprego/trabalho que procura. Alguns efetivamente se põem a descrever aspectos práticos: próximo a minha casa, com um ambiente de trabalho agradável e desafiador, com uma remuneração condizente com minhas responsabilidades, cultura de meritocracia, etc. Já outros, sem pensar muito, declaram que o trabalho ideal não existe. Tanto uma resposta quanto a outra me faz lembrar de uma prazerosa viagem que fiz a Fernando de Noronha alguns anos atrás. Descobrimos uma praia quase deserta, na época. Um mar azul, refletindo o azul do céu, sem uma única nuvem; areia branca, um bar no fundo para vender uma cerveja gelada e alguns petiscos. Ao lado, um chuveiro ao ar livre para aqueles que voltavam do mar livrarem-se do sal. E, pasmem, você entrava numa banheira vintage para lavar-se com a água doce deste chuveiro. Algo surreal. E eu repetia: “este é o conceito de vida ideal”. Em dado momento, chega o garçom para atender-nos. Eu pergunto se ele era da ilha. “Sim, sou da ilha”. Com uma ponta de inveja do tamanho dos morros Dois Irmãos, que avistava no mar como se fossem duas pequenas ilhas, lhe faço a segunda pergunta: “Você é feliz residindo e trabalhando aqui? Afinal, pode admirar e conviver com estas belezas durante todo o ano”. E sua resposta, que nunca esqueci: “Beleza cansa! A cada 6 meses, viajo para algum lugar do continente e fico alguns meses trabalhando por lá antes de voltar”. Imaginem minha perplexidade no momento. Esse cara está louco! Como pode alguém criticar a beleza, a perfeição, o mundo ideal? Algum tempo depois, sem que essa resposta saísse definitivamente da minha mente, me dei conta de que, primeiro, nossos conceitos de ideal mudam com o tempo. O ideal é aquilo que nos atende no momento, que adaptamos a nossas carências e necessidades, e que varia de indivíduo para indivíduo. Partindo daí, insisto com meus coachees: O que você está procurando? Não importa que não o encontre, ou mesmo que, ao encontrá-lo, tudo te canse em poucos anos e você tenha que buscar outro emprego. Primeiro, me dou conta da cara de espanto deles. Possivelmente a mesma que fiz anos atrás ao escutar o garçom. Depois, os trago para a realidade. O que quero entender são seus valores, o que importa para ti neste momento. O que faz sentido, que direção quer seguir. Isso será fundamental na busca de tua nova oportunidade. “Ah, entendi!”. Gostou do texto? Fique a vontade para compartilhar nas redes. Aproveite e me adicione como contato também. Se quiser saber mais, estou disponível pelo e-mail caiobittencourt@dnaoutplacement.com.br. Caio Bittencourt é Managing Director da DNA Outplacement no Brasil e ex-Diretor Geral da Edenred S.A, no Peru, Chile e Colômbia.

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Método infalível para escolher assertivamente seu novo emprego!

Para fazer uma escolha assertiva, é preciso ter em mente três coisas: seus pontos fortes, seus pontos fracos e seus valores pessoais. Os pontos fortes referem-se às nossas habilidades inatas, aquilo que fazemos bem desde sempre. É fácil imaginar, por exemplo, que o Pelé já tinha intimidade com a bola desde a infância. Quando trabalhamos em algo que nos permite exercitar nossos pontos fortes, perdemos até a noção do tempo, porque geralmente são atividades que nos dão prazer. Por isso é tão fácil se dedicar e melhorar estes pontos ainda mais, o que levará ao destaque na carreira. Os pontos fracos são o total oposto. Imagine quão difícil pode ser a um estudante de História ter que estudar Matemática. Ele pode se esforçar muito, mas nunca será um Einstein. Os valores pessoais são responsáveis por guiar nossas escolhas. Para entender, pense em uma pessoa que dá muito valor ao uso da sua criatividade. Esta pessoa nunca trabalharia satisfeita em uma repartição pública cheia de burocracias. Por isso os valores são inegociáveis e é imprescindível sempre buscar oportunidades que estejam alinhadas, para que você tenha disposição para se dedicar. Porém, os valores possuem certa flexibilidade temporal. Um arquiteto pode adorar usar a sua criatividade no início da carreira, mas com a senioridade ele poderá dar mais valor à possibilidade de passar seus conhecimentos adiante, atuando como professor, e diminuir o valor que dá à utilização da sua criatividade em si. Em resumo, para escolher um trabalho que possibilite alcançar o sucesso profissional, deve-se sempre buscar oportunidades que permitam utilizar os pontos fortes, evitando depender dos pontos fracos e respeitando os valores pessoais. Um abraço e sucesso! Hugo Liguori é diretor da DNA Outplacement Brasil, engenheiro e ex-headhunter com experiência em recrutamento e seleção. Para saber mais sobre o assunto ou sobre a DNA Outplacement, contate-o pelo e-mail hugoliguori@dnaoutplacement.com.br.

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Ano novo, emprego novo

Antes de mais nada, quero desejar aos leitores um ano de muitas realizações e sucesso! Mas lembrem-se: nada vem de graça. Para alcançar seus objetivos pessoais e profissionais, será necessário uma boa dose de dedicação e perseverança. A boa notícia é que esse ano começa com uma perspectiva de melhora do cenário econômico brasileiro. De acordo com um levantamento feito com 850 empresas, a intenção de contratar funcionários para o primeiro trimestre de 2018 ficou em +6%, uma reversão em relação ao mesmo período do ano passado, quando estava em -7%. Essa é a melhor expectativa em três anos! As oportunidades estão aí, mas a concorrência está acirrada e somente os melhores e mais bem preparados vão garantir a sua recolocação, pelo menos por enquanto. Mas como se preparar? Podemos dividir a tarefa em 3 etapas: Autoconhecimento, Preparação e Planejamento, e Execução. Autoconhecimento: antes de sair distribuindo currículos à revelia, é imprescindível que se tenha em mente, de forma clara e objetiva, quais são seus pontos fortes e fracos, seus valores pessoais, seus objetivos pessoais e profissionais de curto, médio e longo prazo, e que tipo de vagas e empresas podem te levar a estes objetivos. A escolha do caminho certo pode levar ao sucesso; o outro caminho certamente levará ao fracasso. Preparação e Planejamento: nesta etapa, o objetivo é se preparar para se lançar ao mercado, incluindo criação de currículo e carta de apresentação, levantamento de oportunidades profissionais, empresas-alvo, criação e/ou adequação de perfil nas redes sociais, etc. Execução: agora sim é a hora de atacar, mas não panfletando currículos por aí, e sim como um snipper, de forma determinada e assertiva. Esse é o momento de fazer networking com fornecedores, clientes, parceiros, amigos, headhunters e demais recrutadores, participar de feiras e eventos na sua área de atuação, buscar e se inscrever em processos seletivos. Agora, que tal começar a sua jornada testando a sua empregabilidade? Será que o seu perfil é atrativo para o mercado? Faça gratuitamente a sua Análise de Empregabilidade no site www.dnaoutplacement.com.br Um abraço e sucesso!

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¿Cómo trabajar con una persona manipuladora?

Publicado por: JC Magazine Muchas personas han tenido que lidiar alguna vez con alguien manipulador en su trabajo. Lamentablemente son pocos los que comparten estas preocupaciones en público, porque temen que se tomen represalias con la víctima en lugar del culpable. Desafortunadamente muchos lugares de trabajo promocionan a las personas manipuladoras, porque parecen ser más efectivas a la hora de lograr que las cosas se hagan. Sin embargo, esas empresas también parecen ignorar las consecuencias que los comportamientos abusivos pueden tener sobre la productividad. Existe tres tipos de respuestas que son realmente efectivas frente a la mayoría de los manipuladores, sin importar el cargo o poder que tengan dentro de la empresa. Primero: Actuar con escepticismo, los manipuladores no suelen mostrar sus verdaderas intenciones, de hecho a menudo se presentan a sí mismos como aliados y confidentes. Necesitan estar cerca para identificar los puntos débiles y estimar cuánto podrán aprovecharse. Son expertos en evaluar qué trabajadores están lo suficientemente seguros de sí mismos como para mantenerse firmes y cuáles están ansiosos por complacer y resultan fáciles de avergonzar. Segundo: Estar dispuesto a arriesgarse con pequeños enfrentamientos en público.  A veces, la única forma de dejar en evidencia las maniobras de una persona manipuladora es enfrentarlos en el momento. Cuando alguien tiene suficiente valor e ingenio para intervenir, el manipulador es consciente de que su actitud ha sido detectada y los observadores pueden intervenir y se consiguen los objetivos de la empresa. Tercero: Evite guardar secretos y actuar como intérprete de forma que normalice comportamientos equivocados. Sea directo y sincero; defienda su posición. Una persona maquinadora puede tratarlo como un experto de confianza, darle información sobre las carencias y defectos de otras personas, como si solo usted tuviera la perspectiva y la discreción para entender lo que es importante. No se deje engatusar por la adulación implícita. Pida detalles concretos para aclarar su intención: “No estoy seguro de entender lo que quieres decir. ¿Por qué me lo cuentas? ¿Qué es lo que quieres que haga en realidad?”. Una jefatura del  manipulador, debe iniciar un plan de acción para corregirlo cuanto antes. Para ello, debe utilizar enfoques y evaluar aspectos concretos del comportamiento hasta que la persona abandone o elimine sus hábitos inapropiados. Y si tiene menos poder o influencia, estos tres enfoques le ayudarán a protegerse y a minimizar el impacto negativo tanto en usted como en el resto de la organización. Por Isabel Carrasco, Directora DNA Outplacement

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