BRASIL

Empregabilidade: teste gratuito ajuda a definir estratégia profissional

Recolocar-se profissionalmente está longe de ser simples, ainda mais no Brasil, onde falta trabalho para 27,6 milhões de pessoas, segundo a última PNAD divulgada pelo IBGE para o segundo trimestre de 2018. Tanto jovens profissionais que acabaram de entrar no mercado de trabalho quanto executivos com altos cargos e carreiras sólidas em grandes companhias se deparam com desafios nesse momento, sejam relacionados à força do currículo, sejam a aspectos emocionais e psicológicos. Para ajudar nesse processo, a DNA Outplacement (www.dnaoutplacement.com/br) disponibiliza um teste de empregabilidade gratuito, que pode ser feito por quem pensa em renovar os ares ou apenas mensurar seu valor no mercado. “Normalmente, na correria da rotina, as pessoas não param para refletir sobre o seu valor como profissional. Com este serviço, elas podem avaliar de forma mais tangível o quão interessantes são para o mercado e, com isso, ter um ponto de partida para escolher entre investir em um ou outro fator, quais suas chances e quanto tempo demoraria para conseguir outro cargo”, explica Roberta Ferreira, diretora de marketing da DNA, que oferece programas voltados a executivos e gerentes em processos de transição de carreira. Na avaliação, o profissional responde perguntas que envolvem fatores diversos que os empregadores levam em conta no momento de contratar, como o nível educacional, de network, de inglês, a experiência internacional, o tempo médio de permanência nas empresas por onde passou, a disponibilidade de mobilização e a xpectativa salarial. Além das perguntas básicas, geralmente feitas pela equipe de RH em entrevistas de emprego, são abordados pontos cruciais no momento atual, como fluência em mais de dois idiomas, a experiência acumulada e uma especialização em alguma área. Segundo a especialista, oferecer um serviço como este no Brasil é um estímulo para que as pessoas façam uma autoanálise e, a partir disso, desenhem uma estratégia pessoal de carreira. O teste foi elaborado com base na expertise como headhunters dos administradores da DNA Outplacement. “Cada fundador da empresa fez cerca de seis mil entrevistas durante a carreira”, afirma Caio Bittencourt, gerente-geral da empresa no Brasil, onde trabalha apenas com os programas de outplacement – a gama de serviços é maior em outros países da América Latina, onde há forte presença regional. A empresa é procurada tanto por companhias que querem proporcionar um desligamento mais cuidadoso de profissionais de longa data, quanto pessoas físicas que procuram orientação que os preparem para fazer a transição de carreira, principalmente no que diz respeito a soft skills – habilidades relacionadas à forma de agir e se relacionar –, ou mesmo questões emocionais, como a ansiedade ou o discurso prolixo. “Muita gente não tem consciência, mas conhecer a si próprio é tão ou mais importante nas entrevistas que um currículo bem recheado. Esse é nosso foco principal”, afirma Caio. No programa da DNA Outplacement, há uma etapa de autoconhecimento acompanhada por um coach, que trabalha o reconhecimento e desenvolvimento de habilidades, identificação de gaps, objetividade, entre outros. Já na etapa de planejamento, há revisão de CV e Linkedin, orientações para a aperfeiçoar o discurso por meio de simulações de entrevistas e apoio de uma personal branding (comunicação corporal e vestimenta). O acompanhamento segue até que o profissional conclua a recolocação. Em dois anos de atuação no Brasil, a DNA já ajudou mais de 200 executivos com o outplacement e deve expandir a operação no país nos próximos meses. Fonte: www.mundorh.com.br

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Dicas de ex-CEO para participar de entrevistas de trabalho.

O mercado de trabalho está muito competitivo, já que ainda são poucas as boas oportunidades e muitos executivos bem preparados.  A lei da oferta e demanda novamente. Diante disto, gostaria de compartilhar algumas dicas. Muitos acham que ter um bom curriculum é suficiente. Ou ainda, ter muitas conexões no LinkedIn.  Tudo isto ajuda, mas será suficiente? É claro que são ações importantes, mas não suficientes. Nossas experiências expressas nos currículos e nos nossos perfis servem para sermos recrutados, mas não selecionados.   Então, baseado na minha experiência como ex-CEO, atual Coach de Carreira e Consultor de Transição Profissional, me atrevo a dar algumas dicas: Esteja preparado para responder perguntas acorde com o que você escreveu sobre você no CV e no LinkedIn.  Parece obvio, mas encontro muitas vezes um desalinhamento entre o que se escreveu e o que se conta na entrevista. Coerência, harmonia e clareza; Não basta dizer quais são seus pontos fortes, esteja preparado para contar sobre eles, dar um exemplo de como você concluiu que este é um ponto forte. De preferência validado por outro, como um chefe, por exemplo; Prepare versões curtas para contar sobre suas experiências profissionais. O tempo é escasso e os entrevistadores querem fazer perguntas relevantes e cumprir seu próprio guia de perguntas. Conte experiências que te geraram orgulho. Conte com autenticidade. Faça seus olhos brilharem durante a narração, gere conexão com o entrevistador; Não se esqueça de estar preparado para contar um caso de equívoco em alguma decisão. Que impacto isto resultou e principalmente, o que aprendeu, que lições tirou do episódio; Escreva e treine para contar a razão da saída do último emprego. Seja sincero, mas preserve seu ex-líder e sua ex-empresa. O foco é você. Mesmo as piores experiências nos fazem crescer e nos dão a oportunidade de explorar novos caminhos; Demonstre ânimo e energia. Identifique aquilo que te energiza e faça. Exercícios físicos? Prática de esportes? Seja o que for, mas mantenha o ânimo por que autoconfiança tem um poder impressionante. E por fim, não esqueça que uma entrevista é um processo formal, mesmo que em determinados ambientes ou determinados entrevistadores te deixem a vontade e estabeleçam um clima amistoso e descontraído, não esqueça que é um processo de pura avaliação. Não esmoreça. Cada processo é uma oportunidade de aprendizado. Ao sair de uma entrevista faça uma auto avaliação. Vejo no que você pode melhorar na próxima. Se possível, escreva e treine. Treine muito.

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3 dicas para saber construir a rede que mudará seu futuro

A maioria das pessoas passa boa parte do dia trocando e-mails e outras mensagens nas redes sociais, ou falando ao telefone. Pense nas suas interações sociais. Em geral, você se sente animado ou inspirado, sente que estas interações podem agregar algo de positivo na sua vida, ou é apenas mais do mesmo? Se não contribuem de maneira positiva na sua vida, pergunte a si mesmo: você está interagindo da forma correta e com as pessoas certas? Pensando no seu futuro, você saberia dizer com precisão como estará sua vida daqui a cinco anos? Difícil, não? E daqui a um mês? Onde exatamente estará? O que estará fazendo? Com quem? Saberia responder a todas estas perguntas com precisão? E se houver algum contratempo? A verdade é que ainda não é possível prever o futuro. Cada segundo que passa marca a passagem inexorável do tempo, um recurso “não-renovável” que todo mundo deseja ter mais. Portanto, talvez seja o momento para começar a aproveitar melhor o seu tempo, escolhendo conscientemente e sabiamente como e com quem gastá-lo. Então aqui vão três dicas para saber construir a rede que mudará seu futuro: A primeira impressão é muito importante! Mais do que “o que você faz”, as pessoas vão se lembrar de “quem você é”. Na próxima vez que for se apresentar a alguém, lembre-se disso. Redija uma pequena apresentação pessoal, leia e releia, faça alterações e treine o discurso. É importante que seja claro, objetivo e fácil de recordar, para que a pessoa para quem você se apresentar consiga gravar facilmente na memória e tornar-se um multiplicador da sua “marca pessoal”. Pratique esta apresentação sempre que conhecer uma nova pessoa, reflita se está do seu agrado e faça alterações sempre que julgar necessário. Além disso, interesse-se verdadeiramente pela história da outra pessoa. Esqueça o celular e demais possíveis distrações, e concentre-se no seu interlocutor. Procure absorver o máximo do que ele está falando, para que, conhecendo-o melhor, você possa interagir de forma cada vez mais profunda. E o mais importante de tudo, lembre-se do seu nome! O nome é o som mais doce que qualquer pessoa pode ouvir. Basta pensar que, não importa onde você esteja ou o que esteja fazendo, se você ouvir o seu nome, sua atenção será instantaneamente atraída para a pessoa que o pronunciou. Retome o contato Após esta apresentação, você sempre terá uma “porta aberta” para um novo contato. Dependendo da conversa que vocês tiveram, e principalmente se você prometeu fazer alguma coisa, retome o contato para estreitar o relacionamento e para cumprir com o que prometeu. Considere também compartilhar algo que reforce a primeira impressão que você esperava causar. Se este novo contato for com uma pessoa com potencial de influenciar sua vida nos próximos anos, você vai querer que ele saiba um pouco mais sobre você. Compartilhe O melhor momento para construir uma rede é quando você tem algo a dar. Reflita sobre seus conhecimentos, experiências e interesses pessoais e profissionais. O que você tem para compartilhar com os outros? Considere, por exemplo, escrever artigos relacionados à sua área profissional, dar palestras gratuitas, ser mentor de alguém, compartilhar as lições que você aprendeu com “a experiência mais difícil da sua vida”. Todas estas ações ajudarão a reforçar a sua marca pessoal e a gerar empatia de quem recebeu algo de você. Lembre-se destas três dicas quando conhecer a próxima pessoa que influenciará seu futuro de maneira positiva. Pense: se você conhecesse apenas uma pessoa a cada trimestre, dentro de dois anos você poderia ter uma vida que não é apenas diferente daquela que você está vivenciando hoje, você poderia ser mais rico por causa disso. Rico em experiências, em contribuições, em saúde e até mesmo financeiramente.

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Personal Branding

Quando comecei a me aprofundar mais no mundo do Personal Branding, fiquei na dúvida se essa seria uma consultoria valiosa. Não pelo valor hora/homem, mas pelo quanto eu faria diferença na vida dos profissionais. Tive essa dúvida porque pra mim, muitos já cuidavam da sua imagem, se comunicavam de forma excelente, se preocupavam com sua reputação. E, acima de tudo, deixavam boas impressões por onde passavam. Então recorri aos amigos que tinham uma Marca Pessoal diferenciada. Perguntei se eles tinham consciência de sua fortaleza e se era estratégico. Para a minha surpresa, ninguém tinha a menor ideia de COMO fazia e POR QUÊ fazia daquela forma. Disseram que tudo era intuitivo, no “achismo”. O curioso foi quando questionei também a Comunicação deles. Não o conteúdo, mas o que não é explícito: o tom de voz, os gestos, a postura, as roupas, o andar, o olhar, a imagem virtual, etc.  Todas essas informações complementam e reforçam a Marca Pessoal de um profissional.   Ninguém soube me responder de forma assertiva. Inclusive, muitos desses meus amigos não tinham parado para pensar que possuíam uma Marca Pessoal e que poderiam gerenciá-la estrategicamente. Entendi que havia um preconceito sobre esse assunto. “Ah mas isso é Marketing Pessoal, não vou mentir pra agradar os outros, além disso não sou artista e nem político.”   Um julgamento equivocado. Personal Branding não se resume em Marketing Pessoal*, não é se promover passando por cima dos seus valores, não é manipular a sua imagem. Personal Branding é pensar estrategicamente na sua carreira e se comunicar de forma consciente. Reforço aqui um ponto que falo sempre aos meus clientes: “a ideia não é transformar você em uma pessoa que não é. Essa é uma ferramenta para lapidar e potencializar seus diferenciais na Gestão da Marca Pessoal e Comunicação Profissional.” *Marketing Pessoal faz parte do processo de Personal Branding. Ficou claro então pra mim, que essa seria uma excelente oportunidade de começar a desmistificar o conceito de Personal Branding. Hoje tenho a oportunidade de levar esse conteúdo a vários executivos que passam pelos programas de Outplacement aqui na DNA. Compartilhar conhecimento. Quebrar julgamentos distorcidos. E principalmente, ajudar profissionais a deixarem suas Marcas Pessoais registradas no mundo.       Cristiane Ueda Personal Brander _ Consultora em Gestão de Marca Pessoal e Comunicação Profissional. https://www.linkedin.com/in/cristianeueda www.crisueda.com

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As 10 perguntas certeiras em entrevistas de emprego!

Uma boa preparação para a entrevista de emprego é a chave para o sucesso. Além das perguntas óbvias sobre a carreira, incluindo passagens profissionais, realizações e motivos de saída de cada empresa, há outras perguntas que ajudam os entrevistadores a entender um pouco melhor o perfil do candidato, e que podem ser difíceis de responder se você não estiver preparado. Preparei então esta lista para ajudar na preparação para esta etapa que é a mais importante de qualquer processo seletivo: 1. Fale-me sobre você. Além de servir para quebrar o gelo, essa pergunta dá aos entrevistadores a possibilidade de avaliar a apresentação do candidato, ou seja, seu marketing pessoal. A dica aqui é mostrar como o seu perfil e experiências podem estar alinhados à empresa e à oportunidade que você está pleiteando. 2. Por que você quer trabalhar nessa empresa? Esta pergunta tem o objetivo de identificar se você se preparou para a entrevista. Para responder bem a esta pergunta, você deve ter feito uma boa pesquisa sobre a empresa, produtos e serviços, cultura, valores, concorrentes, mercado, potenciais clientes, etc., e porque as informações que você levantou despertam seu interesse. 3. Quais são os seus pontos fortes? Para responder a esta pergunta, apresente os seus pontos fortes mais relacionados à posição pleiteada, exemplificando com passagens anteriores onde você usou essas competências em benefício próprio ou das empresas pelas quais passou. 4. Quais são suas principais fraquezas? Um dos principais objetivos desta pergunta é identificar o seu nível de autoconhecimento e compromisso com o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Entender bem os seus pontos fracos e o impacto deles no seu dia a dia, bem como as ações necessárias para mitigar estes impactos é fundamental para o seu desenvolvimento. Com esta pergunta, os entrevistadores querem justamente saber se você conhece bem os seus pontos fracos e se está fazendo algo a respeito. 5. Como você se vê em cinco anos? Com essa pergunta o entrevistador quer medir o seu grau de comprometimento com a empresa e com o seu próprio desenvolvimento. A melhor resposta é aquela que diz qual posição você almeja e que tipo de contribuição você espera poder dar à empresa. Mas lembre-se de ser realista, não dá pra dizer que você quer ser o Presidente da empresa em 5 anos se você está pleiteando uma vaga de Analista. 6. Poderia me dar um exemplo de uma situação desafiadora onde você teve sucesso? Esta pergunta serve para avaliar três fatores críticos: 1.  Sua capacidade para reconhecer um problema ou desafio; 2.  Sua capacidade de desenvolver uma solução ou plano de ação; 3.  Sua capacidade de execução e o resultado alcançado. Essa é uma excelente oportunidade para você demonstrar iniciativa e habilidade de resolução de problemas no ambiente corporativo. 7. Quais são os critérios mais importantes para você ao avaliar sua próxima oportunidade profissional? A dica aqui é mostrar que você possui outros motivadores além do pacote de remuneração e benefícios. O ideal é focar nos aspectos de crescimento pessoal e profissional, desafios que você almeja enfrentar, mais autonomia, reconhecimento, etc. 8. Por que você está considerando deixar seu emprego atual (ou se você não está trabalhando, porque deixou o último emprego)? Antes de tudo, NUNCA fale mal do seu chefe ou empresa anteriores. Foque nas possibilidades que um novo desafio pode lhe proporcionar ao invés de focar nos problemas atuais (ou passados). Se você foi demitido da última empresa, tenha sensibilidade para escolher bem as informações que você irá compartilhar. Você pode até direcionar a atenção para aspectos menos relevantes, mas não minta, pois você poderá ser descoberto em uma tomada de referências. 9. Qual é a sua pretensão salarial? Para saber se posicionar bem neste momento, é essencial estar familiarizado com as práticas de mercado. A plataforma de pesquisas salariais Show Me The Money (https://www.smtm.co/) pode te ajudar a entender melhor qual deve ser o seu posicionamento neste momento. 10. Você tem alguma dúvida? As melhores perguntas a serem feitas neste momento são aquelas que demonstram que seu foco não é apenas em você mesmo, tais como: _ Porque esta posição está em aberto? Esta pergunta te permite entender melhor o contexto e ainda te dá a oportunidade de reforçar, se for o caso, como você poderia ser útil para a empresa por já ter experiência com tais situações/problemas. _ O que é esperado, no curto e médio prazo, do profissional que assumir esta vaga? Esta pergunta te dá um norte do desafio que terá pela frente e, mais uma vez, uma oportunidade de reforçar suas qualidades para a vaga. _ O que faz as pessoas serem bem sucedidas nesta empresa? Esta pergunta te ajuda a entender se você poderá ser bem sucedido, mas também mostra que você pensa no longo prazo. _ O que mais motiva os profissionais que aqui trabalham? Esta pergunta pode te ajudar a entender o que mais a empresa tem a oferecer sem ser uma pergunta tão direta. Para saber mais, entre em contato comigo por e-mail ou nas redes sociais. Será um prazer ajudar! Um abraço e sucesso! Hugo Liguori – hugoliguori@dnaoutplacement.com.br www.linkedin.com

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